Um dia, acordei nessa minha vida tardia
descobri que amizades podem esconder interesses,
Que nem todo amor é verdadeiro
E que nem todo companheiro é leal.
...
Um dia, tentei fugir do mundo,
Jogar tudo pro alto,
Começar tudo de novo,
Correr atrás do que é certo, sem se preocupar com o ego
E olhando de um lado e de outro.
...
Um dia descobri o brilho dos tolos,
Mais uma vez.
Sufocando minha alma
E me levando ao profundo do poço.
...
Um dia conheci você,
A quem me resgatou do desgosto,
Que me ensinou a enxergar,
me tirando a venda do rosto.
...
Um dia descobri o que é amar...
E no meio da euforia,
comecei a fugir denovo,
Me escondendo atrás de um sentimento tão novo.
...
Porém minha ignorância foi mais forte
E eu acabei descobrindo o libido e o desejo
E nesse ensejo, descobri que o que eu vejo é torto
E o promíscuo, um nojo.
Nojo de mim mesmo.
...
Um dia, descobri a coragem
e pela primeira vez, fiz algo diferente,
Com os olhos molhados Respiro fundo, sigo em frente,
Desafiando o obscuro da minha mente.
...
Nesse dia conheci o que é o amar,
Perdoando a mim, não tendo medo de lutar
Por um amor que ainda existe
Mas machucado pelas farpas do calar.
...
Um dia, você amadureceu e soube me perdoar.
Então descobri o que é amar.
...
Nesse dia, descobri a mim mesmo,
Um novo ser, costurado por inteiro,
Mas que precisava cicatrizar
...
Hoje to descobrindo o que é esperar.
Aguardar pelo dia mais feliz
Onde o por do sol será o raiar
E a eternidade, que se diz, não terá fim.
...
Nesse dia, te trarei as estrelas,
Uma mesa farta, com flores e sobremesa
E juntos descobriremos o que é amar
Eternamente assim....
.
.
.
Aluisio Marinho
quinta-feira, 28 de maio de 2009
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sou Água
Um dia acordei com um sentimento triste
quase parecendo uma tragédia.
.
.
Uma dor que rasga,
perfura
transforma
e altera.
Onde o Amor não a anula,
deixando-a maior do que ja era.
.
.
Essa dor, de fato perdura
e modifica meu ser.
Assim como a água que bate na pedra,
Um dia ela entende, eu sei,
Que apesar de estar diferente,
Ainda sim é uma pedra!
.
.
Um dia acordei
Percebi que tudo estava diferente
Voce finalmente se abrira comigo...
E que não estava contente.
.
.
Meu pulso entao parou
nao podia acreditar
meu mundo desabou
que vontade de gritar.
.
.
O que será de mim...
.
pensei...
.
.
.
NADA.
É como eu imaginava...
Agora não sou mais pedra
Sou Água.
.
.
.
Aluisio Marinho
domingo, 11 de maio de 2008
एस्पेरार एउ diria
Esperar, eu diria.
Mais um domingo em casa
Cercado de alegrias próprias,
Inundado de idéias geniais...
Pensamentos soltos
Completados pelos silêncio do quarto.
Mais uma vez me encontro solitário,
Cercado de pessoas me ligando...
Querendo minha atençao.
E eu aqui, sozinho.
Querendo ficar só.
Bunscando entendimento
Para tantos sentimentos
Que a cada minuto tomava conta do quarto.
A obscuridade tapou todo meu sol
Cegando meu coração
e fragilizando meu espírito,
tornando-me vulnerável
ao meu próprio eu.
Acho que éassim que funciona,
É assim que vou encontrar a mim mesmo.
Que até o momento, está preso
Dentro de uma redoma,
Repleta de sentimentos,
Que afagam meus cabelos
E estilhaça meu coração.
Queria poder controlar a mente
Alivando assim, meu meu ego
E exterminar minha vergonha
Que cada dia cresce
Desordenadamente.
Mas o que seria da vida,
Sem arrependimento?
Triste e arrogante,
Eu diria.
Por isso preciso esperar
Até que o caldo engrosse
E a sopa fique boa.
Pois o espírito não perece ao sofrimento,
Amadurece
E se torna mais forte,
Personalizando o seu sabor
Seus sentimentos
E suas ações.
Enfim, consigo ver algo de profundo
no leito desse rio...
seria eu?
ou todo contexto?
Só a vida,
Eu diria.
Mais um domingo em casa
Cercado de alegrias próprias,
Inundado de idéias geniais...
Pensamentos soltos
Completados pelos silêncio do quarto.
Mais uma vez me encontro solitário,
Cercado de pessoas me ligando...
Querendo minha atençao.
E eu aqui, sozinho.
Querendo ficar só.
Bunscando entendimento
Para tantos sentimentos
Que a cada minuto tomava conta do quarto.
A obscuridade tapou todo meu sol
Cegando meu coração
e fragilizando meu espírito,
tornando-me vulnerável
ao meu próprio eu.
Acho que éassim que funciona,
É assim que vou encontrar a mim mesmo.
Que até o momento, está preso
Dentro de uma redoma,
Repleta de sentimentos,
Que afagam meus cabelos
E estilhaça meu coração.
Queria poder controlar a mente
Alivando assim, meu meu ego
E exterminar minha vergonha
Que cada dia cresce
Desordenadamente.
Mas o que seria da vida,
Sem arrependimento?
Triste e arrogante,
Eu diria.
Por isso preciso esperar
Até que o caldo engrosse
E a sopa fique boa.
Pois o espírito não perece ao sofrimento,
Amadurece
E se torna mais forte,
Personalizando o seu sabor
Seus sentimentos
E suas ações.
Enfim, consigo ver algo de profundo
no leito desse rio...
seria eu?
ou todo contexto?
Só a vida,
Eu diria.
एस्पेरार एउ diria
Esperar, eu diria.
Mais um domingo em casa
Cercado de alegrias próprias,
Inundado de idéias geniais...
Pensamentos soltos
Completados pelos silêncio do quarto.
Mais uma vez me encontro solitário,
Cercado de pessoas me ligando...
Querendo minha atençao.
E eu aqui, sozinho.
Querendo ficar só.
Bunscando entendimento
Para tantos sentimentos
Que a cada minuto tomava conta do quarto.
A obscuridade tapou todo meu sol
Cegando meu coração
e fragilizando meu espírito,
tornando-me vulnerável
ao meu próprio eu.
Acho que éassim que funciona,
É assim que vou encontrar a mim mesmo.
Que até o momento, está preso
Dentro de uma redoma,
Repleta de sentimentos,
Que afagam meus cabelos
E estilhaça meu coração.
Queria poder controlar a mente
Alivando assim, meu meu ego
E exterminar minha vergonha
Que cada dia cresce
Desordenadamente.
Mas o que seria da vida,
Sem arrependimento?
Triste e arrogante,
Eu diria.
Por isso preciso esperar
Até que o caldo engrosse
E a sopa fique boa.
Pois o espírito não perece ao sofrimento,
Amadurece
E se torna mais forte,
Personalizando o seu sabor
Seus sentimentos
E suas ações.
Enfim, consigo ver algo de profundo
no leito desse rio...
seria eu?
ou todo contexto?
Só a vida,
Eu diria.
Mais um domingo em casa
Cercado de alegrias próprias,
Inundado de idéias geniais...
Pensamentos soltos
Completados pelos silêncio do quarto.
Mais uma vez me encontro solitário,
Cercado de pessoas me ligando...
Querendo minha atençao.
E eu aqui, sozinho.
Querendo ficar só.
Bunscando entendimento
Para tantos sentimentos
Que a cada minuto tomava conta do quarto.
A obscuridade tapou todo meu sol
Cegando meu coração
e fragilizando meu espírito,
tornando-me vulnerável
ao meu próprio eu.
Acho que éassim que funciona,
É assim que vou encontrar a mim mesmo.
Que até o momento, está preso
Dentro de uma redoma,
Repleta de sentimentos,
Que afagam meus cabelos
E estilhaça meu coração.
Queria poder controlar a mente
Alivando assim, meu meu ego
E exterminar minha vergonha
Que cada dia cresce
Desordenadamente.
Mas o que seria da vida,
Sem arrependimento?
Triste e arrogante,
Eu diria.
Por isso preciso esperar
Até que o caldo engrosse
E a sopa fique boa.
Pois o espírito não perece ao sofrimento,
Amadurece
E se torna mais forte,
Personalizando o seu sabor
Seus sentimentos
E suas ações.
Enfim, consigo ver algo de profundo
no leito desse rio...
seria eu?
ou todo contexto?
Só a vida,
Eu diria.
Amor...Piegas
O amor é algo sério,
Unico e personalizado,
Capaz de tornar e transmutar
Em algo unico, como o ser,
Através das barreiras do impossível não provável,
Por meio de uma destreza inigualável
E única.
Agora tomamos a destreza,
Triste e solitária.
À busca de novos caminhos
Entre o tédio e o desespero.
E Enquanto a perfeição não chega,
me afago nos braços do improviso,
mascarado com o sorriso da amizade,
e perfumado com o o singelo
toque de racionalidade.
Assim é o amor...
Confuso de se entender
Difícil de se explicar
E fácil de se sentir.
Unico e personalizado,
Capaz de tornar e transmutar
Em algo unico, como o ser,
Através das barreiras do impossível não provável,
Por meio de uma destreza inigualável
E única.
Agora tomamos a destreza,
Triste e solitária.
À busca de novos caminhos
Entre o tédio e o desespero.
E Enquanto a perfeição não chega,
me afago nos braços do improviso,
mascarado com o sorriso da amizade,
e perfumado com o o singelo
toque de racionalidade.
Assim é o amor...
Confuso de se entender
Difícil de se explicar
E fácil de se sentir.
Buscando Respostas
A caneta sobre o papel escreve
Palavras que não saem de minha cabeça.
Ao som do ventilador, reflito sobre meu dia,
No intuito de aliviar minha consciência.
E mesmo estando cansado, imagino
Como seria melhor se conseguisse ao menos um dia
Dormir realmente feliz.
Talvez assim, quem sabe eu me sentisse vivo.
Quem sabe?
Deus sabe?
É por isso que a caneta desabafa
Os mais terríveis sentimentos nessa folha branca.
Quem sabe ela se torne mais pesada
E minha mente mais leve.
Quem sabe?
Não sei.
Por isso a caneta continua escrevendo....
Buscando respostas...
Palavras que não saem de minha cabeça.
Ao som do ventilador, reflito sobre meu dia,
No intuito de aliviar minha consciência.
E mesmo estando cansado, imagino
Como seria melhor se conseguisse ao menos um dia
Dormir realmente feliz.
Talvez assim, quem sabe eu me sentisse vivo.
Quem sabe?
Deus sabe?
É por isso que a caneta desabafa
Os mais terríveis sentimentos nessa folha branca.
Quem sabe ela se torne mais pesada
E minha mente mais leve.
Quem sabe?
Não sei.
Por isso a caneta continua escrevendo....
Buscando respostas...
Vida Fernando
A vida escore pela janela do meu quarto
Junto com a chuva, se vão todos os meus sonhos
E a esperança me deixa farto
De uma espera sem resultados
E de um amanhecer sem luz.
Mais ainda tenho forças para rasgar esse trapo
Que acabei me transformando
E por fim na mediocridade que existe no ser humano.
E assim, como a fênix, vou renascer novamente
E provar que é possível me tornar “Fernando”
Sob a angústia de um “eu” soberano
Reprimido pela empáfia de um ego narcisista
Que se esquiva da responsabilidade de se tornar humanista
Batendo de frente com a mais profunda vida vazia
Vida vazia, vida minha.
Agora escorre, pelos esgotos da sociedade
Levando embora o resto de minha sanidade.
Vá embora, vida antiga
Junto com a chuva, leve essa cantiga
Para quem interessar a se identificar
Alivie meu coração Fernando
E ilumine uma alma Maria
Vá vida, escorra pela janela!
E leve todos os meus sonhos
A quem quiser se arriscar.
Junto com a chuva, se vão todos os meus sonhos
E a esperança me deixa farto
De uma espera sem resultados
E de um amanhecer sem luz.
Mais ainda tenho forças para rasgar esse trapo
Que acabei me transformando
E por fim na mediocridade que existe no ser humano.
E assim, como a fênix, vou renascer novamente
E provar que é possível me tornar “Fernando”
Sob a angústia de um “eu” soberano
Reprimido pela empáfia de um ego narcisista
Que se esquiva da responsabilidade de se tornar humanista
Batendo de frente com a mais profunda vida vazia
Vida vazia, vida minha.
Agora escorre, pelos esgotos da sociedade
Levando embora o resto de minha sanidade.
Vá embora, vida antiga
Junto com a chuva, leve essa cantiga
Para quem interessar a se identificar
Alivie meu coração Fernando
E ilumine uma alma Maria
Vá vida, escorra pela janela!
E leve todos os meus sonhos
A quem quiser se arriscar.
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